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Notícias do setor de Embalagens
14/8/2007 00:00:00
O que há de novo nos filmes multicamadas?
A necessidade de uma vida de prateleira mais longa, especialmente nos alimentos, foi a principal responsável pela disseminação dos filmes multicamadas. Ao combinar vários materiais, a estrutura melhora propriedades como resistência ao oxigênio e permeabilidade a umidade.
Hoje a estrutura mais comum é composta por uma camada externa que permite a impressão e garante proteção, uma camada no meio que é barreira a gás (PVDC, EVOH, PET/PEN, etc) e uma camada interna, como PE ou PVA, que garante uma selagem hermética.
Satisfeito com as propriedades atuais, o mercado começa a exigir mais dos filmes. Itens como maior transparência, melhor capacidade de termoformagem e preço mais competitivo são as principais exigências.
E na busca por inovação, velhos materiais são ressuscitados. É o caso das poliamidas que oferecem excelente barreira a oxigênio. A DSM criou a Akulon PA6, de alta viscosidade, que oferece uma altíssima barreira a oxigênio, superior à de qualquer outro filme poliamida, e que reduz os custos de conversão.
Uma outra alternativa que vem sendo estudada para melhorar as propriedades da poliamida e reduzir os custos do processo é revestir seus dois lados com polietileno.
Os filmes metalizados também têm sido alvo das atenções, sendo o PET metalizado a grande vedete. Espera-se que este material cresça entre 5% a 10% com um uso focado em café, alimentos congelados e alimentos em pó e desidratados.
Crédito:
ABIEF
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